Entrava na catedral de são João de
Turim, quando viu dois sacerdotes, um dos quais estava apoiado na pia de água
benta e o outro numa coluna, tendo ambos com indiferença um chapéu na cabeça.
Sabia querido repreendêl-los, mas duvidava um pouco de força eu digo ao
primeiro deles:
- Perdão, donde é o senhor?
- E o senhor que lhe importa saber isto?
Lhe respondeu o outro com brusquidão.
- É somente porque quisera dizer-lhe uma
coisa que urge.
- Pois, eu não tenho nada a ver com o senhor.
- De todos os modos, olhe senhor: eu não
quero recriminá-lo; porém, se não guarda o devido respeito ao lugar santo e não
lhe importa que a gente se escandalize e ache graça do senhor, ao menos olhe
para sua própria pessoa. Tire o chapéu!
- É verdade, tens razão, diz o sacerdote
e tira o chapéu.
Depois Dom Bosco se dirigiu ao outro e
lhe repetiu o aviso; e este também descobriu a cabeça. E Dom Bosco, rindo com
prazer, acordou.
Observações:
Contado em 25 de fevereiro. Estamos
diante de outra das preocupações de Dom Bosco: a dignidade, o bom nome do
ministro do altar?
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